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Onde foi parar o atendente?

A chegada da tecnologia e seu impacto transformaram a realidade das organizações. Mas e o propósito de sua empresa, continua vivo junto ao cliente?

Se olharmos um pouco ao nosso redor, alguns fatores tendem a acelerar esta mudança, entre eles:

A combinação de um ou mais fatores listados acima, permitirá em um futuro não muito longe que uma pessoa, por exemplo, baixe da internet o esquema técnico de um carro, o software para ‘rodá-lo’, customize segundo suas necessidades, vá até a loja de impressão 3D mais próxima, e saia com um veículo funcional. Bem, isso tudo já é possível, apenas ainda não é funcional.

Em um mundo onde ‘as coisas’ definitivamente se democratizam, então como ficam questões como o trabalho, os governos, as empresas, o Relacionamento com Clientes?

À parte com as teorias da conspiração, é provável que bancos e o atual sistema econômico sejam colocados de ponta cabeça, não por uma revolta popular, mas por uma simples questão de evolução e democratização tecnológica.

Em um mundo onde a empresa não é mais representada na ponta por pessoas, mas sim por máquinas, então o que são as empresas? Uma combinação de bit’s, byte’s e um punhado de traquitanas tecnológicas? Nesse cenário nos relacionamos como empresas ou com máquinas?

Em um mundo onde todos podem produzir aquilo de que necessitam, então onde ficam as empresas?  Quem serão, afinal, as empresas?

Em um cenário tão futurista – que já está se fazendo presente – então qual o novo modelo econômico?

Não há resposta a estas perguntas, mas algo tem chamado a atenção dentro das grandes corporações quando se fala de concorrência e futuro: o concorrente ainda é visto nos locais mais óbvios como a marca ao lado, mas também de pequenos produtores que individualmente não tem força de impacto, mas quando somados fazem uma diferença relevante.

Este cenário que, embora desagradável para as empresas, está mais próximo do que se gostaria.

Das poucas saídas a este ‘imbróglio corporativo’ que é visto fazem sentido até agora, é retornar à fonte: ao Why da empresa. Quando este olhar é sincero e verdadeiro, a implementação da tecnologia passa a ser um meio para se atingir um fim. Com esta sinceridade no coração, eventualmente mede-se o impacto que a tecnologia pode gerar para a empresa, para seus clientes, e para a sociedade de forma mais ampla, e desta forma, busca-se a melhor forma e velocidade de fazê-lo.

 

 

 

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